sábado, setembro 5

Crise


Vamos falar de crise? Querem fazer um debate?


Argumento: O meu pai comprou uma play3 que saiu à dias e uma televisão plasma, jogos para a play3 e filmes, à um mês comprou uma máquina fotográfica de 500 e tal euros.

Tese: Vendo por este prisma, a crise não afecta a todos de certeza, antes de aumentarem os salarios, preocupem-se em aumentar os salarios de quem mais precisa, porque enquanto uns compram plasmas para ver babuzeiras, outros nem dinheiro sequer tem para comer.

2 comentários:

  1. Vou-te falar do alto da minha chiquespertice. Atenta, rapariga: a crise não existe. Esta crise que não existe, esta especulação, assenta num pilar que é uma recaída financeira. Isso aceito. Mas a história é mesmo assim. Os ricos não tão a ficar menos ricos. Chama-se herança. Os telejornais e a comunicação mobilizam-nos e influenciam-nos a acreditar naquilo que querem d'uma maneira tão disparatada que é o único modo de passar no nosso filtro. Se é que temos algum. Sempre existiram pobres, sempre vão existir. Também há muita gente que não quer trabalhar: queixam-se que estes e aqueles, a quem se consideram superiores, lhes roubam os empregos, mas depois são finos de mais para arcarem com eles. Puto, eu ficava aí bué tempo a falar disso. Puxaste aí um tema fixe, vá. No underground blogueiro é que se começa a espalhar a revolução. Uma revolução tão fodida que eu sei lá. Nem o Dave Navarro.

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